“Direitos Máximos, Direitos Mínimos” de Bruno Garschagen
Garschagen analisa uma crença que permeia a cultura brasileira: a obrigatoriedade de os cidadãos terem uma vasta gama de direitos assegurados, acompanhada de uma incompreensão de que o dever de um terceiro é a única coisa que pode garantir esse direito.
Através de um levantamento histórico, o autor mostra como a existência de tantos privilégios, na sociedade brasileira, incentiva uma distorção que estimula nos indivíduos o desejo de viver às custas de todos. Tal deformação corrói o sentido de dever e provoca uma falta de responsabilidade em assumir compromissos, única via capaz de assegurar ao homem sua liberdade.
